O Código PIN Orgânico: 6 Fatos Surpreendentes Sobre o Método de Saúde Desenvolvido por um Engenheiro da Alemanha Oriental
- Terapeuta
- 25 de dez. de 2025
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Biocibernética ativa o Código PIN Orgânico de autorregulação e autocura. Para milhões de pessoas que enfrentam dores crônicas ou doenças funcionais persistentes, a busca por alívio na medicina moderna pode ser, no mínimo, exaustiva. Após incontáveis consultas, muitos acabam ouvindo a temida frase: "Tentamos de tudo". Essa é a dura realidade de quem recebe o diagnóstico chamado austherapiert (sem tratamento)— um termo alemão que descreve a situação em que todos os tratamentos convencionais já foram testados sem sucesso. É importante ressaltar que esse método não é indicado para condições que podem ser resolvidas pela medicina convencional, como infecções agudas ou intervenções cirúrgicas necessárias. Ele se destina especificamente aos pacientes crônicos funcionais que chegaram a um impasse terapêutico.

Agora, e se a solução não estivesse em novos medicamentos ou procedimentos invasivos, mas no próprio potencial de cura do corpo? A proposta central do método batizado de Biocibernética de Smit, ou "Código PIN Orgânico", é exatamente essa: considerar o corpo não como um conjunto de peças quebradas, mas como um sistema de informações altamente intrincado que sofreu uma espécie de pane. O objetivo é introduzir o "código" correto para reprogramar o organismo e restaurar seu funcionamento natural.
O que torna esse método ainda mais instigante é sua origem peculiar. Ele não foi concebido em do seulaboratórios médicos por equipes de especialistas em saúde, mas sonhado e desenvolvido por um engenheiro de sistemas da antiga República Democrática Alemã. Motivado por uma grave crise de saúde pessoal, ele aplicou conceitos da lógica computacional às complexidades da biologia humana.
Seis Pontos-Chave
1. O Conceito Fundamental: Seu Corpo é um Computador Biológico que Pode Ser Reinicializado
A Biocibernética de Smit fundamenta-se em uma analogia central: o corpo humano funciona como um computador biológico extremamente sofisticado, dotado de mecanismos autorreguladores e "software interno" que gerencia múltiplas funções essenciais para manter o equilíbrio (homeostase). Sob essa ótica, muitas doenças crônicas não seriam causadas por falhas irreversíveis no "hardware", mas sim por erros ou interrupções na transmissão de informações e nos sistemas regulatórios do corpo.
A terapia busca corrigir essas disfunções. Denominada "Código PIN Orgânico" devido a esse conceito, ela utiliza toques precisos e pouco invasivos em pontos reflexos da pele para enviar um "código" específico. Essa sequência de estímulos é desenhada para ser interpretada pelo sistema nervoso e assim promover uma espécie de reinicialização nas capacidades naturais do organismo — incluindo seus processos de autorregulação e autocura. Em vez de impor uma intervenção externa, a ideia é ativar os mecanismos internos do corpo para restaurar seu funcionamento ideal.
2. Um Criador Pouco Convencional: Desenvolvido por um Engenheiro, não um Médico
O idealizador dessa técnica foi o Dr. Jan Gerhard Smit, um engenheiro eletricista da antiga República Democrática Alemã (RDA). Seu envolvimento com questões de saúde começou por uma necessidade pessoal. Na década de 1970, Smit sofreu uma grave crise de saúde, estando à beira da morte, sem sucesso nas abordagens oferecidas pela medicina tradicional. Mas sua determinação para superar adversidades já era evidente muito antes disso. Após os protestos ocorridos na Alemanha Oriental em 1953, Smit foi proibido de frequentar universidades alemãs — uma penalidade que ele combateu incansavelmente até ser readmitido em 1959.
Sua formação em engenharia foi crucial para sua abordagem única ao problema. Ao enfrentar sua situação como paciente austherapiert (sem tratamento), viu o mal-estar do corpo humano não como uma sequência caótica de sintomas desconexos, mas como o resultado de falhas sistêmicas nos "circuitos integrados" responsáveis pelo funcionamento do organismo. Ele compreendeu que o corpo poderia necessitar mais de um "restart" sistêmico do que de soluções pontuais e fragmentadas. Essa perspectiva inovadora resultou em uma abordagem terapêutica completamente única e peculiar, centrada na capacidade natural do organismo de se reequilibrar.
3. A Técnica: Trabalhando com Informação, Não com Força
A base do método está na prática da "Micropressão" (Mikropressur), que envolve a aplicação de uma pressão leve e direcionada com o uso de um instrumento simples, parecido com uma caneta, dotado de uma ponta arredondada e não perfurante, em áreas específicas da pele. O princípio fundamental dessa abordagem é o estímulo mínimo. Smit defendia que os sinais reguladores internos do corpo — como os impulsos nervosos responsáveis por funções tão diversas quanto o controle da temperatura ou o funcionamento dos órgãos — apresentam magnitudes muito baixas. Para que um sinal terapêutico possa interagir de forma eficaz com esse sistema, ele também precisa ser extremamente sutil.
Intervenções vigorosas costumam ser percebidas pelo corpo como ameaças ou traumas, levando a reações defensivas. Já um estímulo minuciosamente suave pode ser identificado pelo corpo como "informação". Essa redução substancial na intensidade do estímulo permite que ele opere no "nível informacional", conectando-se aos circuitos internos de regulação do corpo sem gerar uma resposta muscular ou sensorial forçada. É essa ênfase na sutileza que explica a lógica por trás da técnica.
Por exemplo, observe o dispositivo original Reflexotron, desenvolvido por Smit. A carga elétrica (Q) que ele utilizava era significativamente menor em comparação aos métodos tradicionais, como a Eletroacupuntura de acordo com Voll (EAV). A proporção é surpreendente:
Q_{Smit} ≈ 1/20.000 Q_{Voll}
Essa discrepância destaca a premissa fundamental do método: a cura não está na intensidade da ação, mas sim no fornecimento da informação correta e na dosagem apropriada.
4. A Validação Científica: Um Estudo Clínico Moderno Confirma a Redução da Dor
Embora a teoria tenha sido concebida há várias décadas, a Biocibernética de Smit teve sua eficácia recentemente validada por meio de um rigoroso estudo clínico realizado no Brasil. Este ensaio foi estruturado para avaliar detalhadamente seus efeitos em pacientes de um contexto comunitário.
A pesquisa seguiu um modelo experimental em etapas, com randomização controlada, abrangendo 40 participantes. Os resultados foram claros e estatisticamente significativos: o estudo comprovou que a Biocibernética de Smit proporcionou não apenas uma redução expressiva da dor, mas também melhorias na qualidade de vida dos pacientes. Houve diminuições evidentes na intensidade da dor e em seu impacto nas atividades diárias. Esses resultados permaneceram consistentes mesmo após ajustes para possíveis fatores de confusão, reforçando a confiança na eficácia e aplicabilidade do método.
5. A Integração Mente-Corpo: O Poder da Mentalidade no Processo de Cura
Uma das descobertas mais marcantes desse estudo brasileiro foi evidenciada pela análise qualitativa das percepções dos pacientes. Foi identificado que o impacto terapêutico era mais significativo entre aqueles que demonstraram altos níveis de autoconsciência.
Essa autoconsciência não apenas refletia introspecção, mas também estava associada a indivíduos com forte espiritualidade, religiosidade ou maior capacidade de criação de laços sociais. Esses pacientes eram mais inclinados a atribuir significados amplos e profundos ao seu processo de cura. Isso indica uma conexão poderosa entre mente e corpo, sugerindo que crenças, estados internos e consciência do paciente são elementos determinantes no sucesso da "reprogramação" biocibernética. Assim, não se trata apenas de informações biológicas, mas também da interpretação dessas informações sob a perspectiva única e significativa de cada indivíduo.
6. Público-alvo: Uma Alternativa para Quem Já Tentou Tudo
É fundamental compreender que o objetivo da Biocibernética de Smit não é substituir práticas médicas convencionais. O método não é indicado para tratar emergências médicas, lesões traumáticas ou condições que exijam intervenções cirúrgicas ou sejam efetivamente tratáveis por abordagens médicas tradicionais.
O foco dessa técnica são os chamados pacientes “crônicos funcionais”, frequentemente descritos como austherapiert — aqueles que não obtiveram solução mesmo após esgotarem as opções terapêuticas convencionais. Com a intenção de tornar o "código da natureza" acessível a todos, foi criada a organização sem fins lucrativos Arbeits- u. Forschungskreis (Círculo de Trabalho e Pesquisa). A abordagem é apresentada como uma ferramenta para "ajuda na autossuficiência", incentivando as pessoas a reativarem as capacidades inatas dos seus corpos para autcura e regeneração biológica.
Conclusão: Explorando Nosso Potencial Interior
A Biocibernética de Smit representa uma transformação profunda no entendimento das doenças crônicas, adotando a visão de um engenheiro alemão no período da Guerra Fria. Segundo esse paradigma, a doença crônica não deve ser vista como uma peça defeituosa do corpo humano, mas como resultado de um erro no sistema como um todo. Essa perspectiva foi fortalecida pelas evidências apresentadas no estudo clínico recente, cuja revelação mais impressionante aponta para o papel fundamental da mentalidade do paciente como chave para desbloquear o potencial natural do corpo para se regenerar.
Essa essência do método é belamente encapsulada em uma reflexão comumente associada à sua filosofia:
"O que está atrás de nós e o que está à nossa frente são insignificantes comparados ao que está dentro de nós!" - Ralph Waldo Emerson
O esforço de um engenheiro da Alemanha Oriental, originado de uma crise de saúde pessoal, transformou-se em um método reconhecido mundialmente e apoiado pela ciência moderna. Isso nos leva a uma reflexão intrigante:
Se um sinal claro e objetivo pode despertar tal potencial, que outras ferramentas podemos usar em nossas vidas?










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